ECOFISIOLOGIA DE TUBARÕES EM UM OÁSIS OCEÂNICO, O ARQUIPÉLAGO DE FERNANDO DE NORONHA

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ECOFISIOLOGIA DE TUBARÕES EM UM OÁSIS OCEÂNICO, O ARQUIPÉLAGO DE FERNANDO DE NORONHA

Pesquisa Realizada por: Bianca de Sousa Rangel

Ano: 2019

Linha: Conservação manejo e uso sustentável de fauna e flora

Bioma: Marinho Costeiro

Que o Arquipélago de Fernando de Noronha é um local de grande importância para os tubarões todos nós já sabemos. Ele é utilizado como área de berçário, alimentação e para reprodução também. O que nós queremos descobrir é como tudo isso acontece, ou seja, saber quais as diferenças na forma de jovens e adultos se alimentarem. Descobrir se a ecofisiologia de tubarões muda durante a fase de reprodução e como eles utilizam a região do arquipélago para isso.

Utilizamos ferramentas não-letais através de exames laboratoriais (fisiologia da conservação) para acessar o status reprodutivo e de saúde dos tubarões: análise de indicadores reprodutivos (hormônios sexuais), nutricionais (triglicérides, colesterol, ácidos graxos) e de estresse (lactato, glicose, ureia, entre outros). Para isso, coletamos pequenas amostras de sangue e tecidos de todos os tubarões capturados.

Com o apoio do programa Bolsas FUNBIO – Conservando o Futuro, conseguimos coletar essas informações avaliar a importância da região para a ecofisiologia de tubarões e as diversas espécies desses animais que vivem neste paraíso. Além disso, seremos capazes de contribuir com a conservação e manejo em áreas marinhas protegidas e prever os efeitos de perturbações ambientais. Também podemos entender se o crescente turismo na região tem algum impacto sobre a saúde desses animais.

 

Currículo Lattes

Biografia:

Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Nove de Julho (2015), mestre em Fisiologia Geral pelo Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo, e atual doutoranda em Fisiologia Geral pela mesma instituição (IBUSP). Seu projeto de doutorado é realizado no Laboratório de Metabolismo e Reprodução de Organismos Aquáticos do IBUSP em parceria com o Shark Research and Conservation Program da Universidade de Miami. Atua na linha de pesquisa de Fisiologia Ecológica e Evolutiva, principalmente estudando aspectos do metabolismo energético.

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Documento: Bianca Rangel - Projeto de Pesquisa