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Home - Notícias - Governança do Fundo Kayapó como estratégia de conservação

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FUNDO KAYAPÓ

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Notícias

11/03/2026

Governança do Fundo Kayapó como estratégia de conservação

Foto: Poy re Mekrangnoti/IK.
Foto: Matsi Waura
Foto: Matsi Waurá
Foto: COIAB
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Apesar dos avanços na captação de recursos, as barreiras ao financiamento direto são estruturais. De acordo com estudo feito pela Rainforest Foundation, os critérios de elegibilidade não levam em consideração a forma como organizações indígenas operam. Outros obstáculos a serem superados são o pouco investimento em capacidades operacionais e a falta de alinhamento de expectativas entre comunidades, doadores e parceiros.

“O Fundo Kayapó foi criado para garantir estabilidade financeira às organizações indígenas e permitir que mantivessem equipes, estruturas e projetos em funcionamento”, afirma Renata Pinheiro, diretora de Povos Indígenas e Comunidades da CI-Brasil, uma das instituições fundadoras e doadoras permanentes da iniciativa. “Nosso desejo é que o mecanismo deixe de ser um fundo para os Kayapó e passe a ser cada vez mais um fundo dos Kayapó, como uma ferramenta de luta, de implementação de direitos, sustentabilidade financeira e autonomia.”

Quinze anos depois, o processo de redesenho da governança do Fundo Kayapó marca um momento relevante no campo do financiamento socioambiental sob a perspectiva dos direitos territoriais. A transição vem sendo construída ao longo dos últimos anos com a participação direta de organizações indígenas e suas lideranças. As reuniões periódicas do comitê de governança trazem novas propostas e questionamentos, apresentados de acordo com a perspectiva dos diferentes contextos locais, promovendo debates fundamentais sobre atribuições, instâncias deliberativas e estratégias de gestão e captação de recursos. Ao final, uma carta assinada por todos os presentes formaliza os compromissos acordados e apresenta as expectativas para a próxima assembleia.

“Nós, Mebêngôkre, sempre fomos beneficiários e hoje estamos construindo, junto com organizações parceiras, um modelo de governança que inclui o nosso povo nas decisões, trazendo também as mulheres Kayapó para esse espaço”, afirma Mayalu Kokometi Waurá Txucarramãe, coordenadora executiva do Instituto Raoni e integrante do comitê de governança.

“Queremos deixar um legado sustentável de recursos para que as futuras gerações possam manter a proteção dos nossos territórios. É um plano de longo prazo: precisamos olhar para a nossa história e agir no presente para pensar o futuro”, defende Mayalu.

Cláudia Soares é indígena do povo Baré e diretora executiva do Podáali – Fundo Indígena da Amazônia. A convite do FUNBIO – Fundo Brasileiro para a Biodiversidade, Cláudia compartilhou a experiência do Podáali junto ao comitê de governança Kayapó. “Foram 20 anos de articulação junto ao movimento indígena, com assembleias regionais em todo o território para que o Podáali chegasse a um modelo representativo para ser lançado finalmente em 2020, como iniciativa da rede COIAB – Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira”, lembrou Cláudia.

Com participação em três conferências do clima, Josimara Baré tem debatido sobre o financiamento climático por onde passa. Antes de liderar o Fundo Indígena Rutî (CIR), a gestora rio negrina passou pela estruturação de outras iniciativas como o FIRN – Fundo Indígena do Rio Negro (FOIRN) e vê os mecanismos financeiros como ferramentas fundamentais para o fortalecimento das organizações indígenas e dos territórios.

Para Josimara, um fundo indígena é uma “flecha pronta para quebrar paradigmas”, referindo-se às políticas rígidas da maioria dos modelos de financiamento disponíveis. Muitas vezes incompatíveis com as realidades diversas e complexas das terras indígenas, as regras para operar recursos acabam dificultando o acesso direto a investimentos e distanciando a comunidade da gestão.

 

 

 

 

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