FUNDO JURUTI SUSTENTÁVEL – FUNJUS

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O que é

Às margens do Rio Amazonas, no extremo Oeste do Pará, está o município de Juruti, numa das áreas com maior potencial para exploração mineral no país. Em 2004, Juruti começou a sofrer os impactos ocasionados pela instalação de uma planta de extração de bauxita.

A Alcoa procurou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e o Funbio para criarem, juntas, uma proposta de agenda sustentável para a região. O resultado foi o tripé Juruti Sustentável, composto pelo Fundo Juruti Sustentável (Funjus), o Conselho Juruti Sustentável (Conjus) e indicadores de sustentabilidade. Ao Funbio coube o desenho do Funjus, estruturado para contribuir para o financiamento  de práticas sustentáveis  por meio de doações geridas por um conselho representativo da região (Conjus).

O fundo foi planejado para que sua gestão operacional e financeira fosse repassada gradualmente para a sociedade local. Para que a transição fosse bem-sucedida, o Funbio incubou o fundo por quatro anos e por meio dele apoiou cerca de 29 projetos, auxiliou e estruturou organizações locais para busca de recursos, consolidou sua governança e capacitou a comunidade para o uso correto de metodologias e boas práticas de gestão.

Em 2015 foram realizadas as etapas finais de transição do fundo para representantes locais:  a última fase de capacitação dos integrantes do Funjus e também a entrega de informações sobre as ferramentas de gerenciamento do mecanismo financeiro, associado à supervisão das atividades e à gestão de ativos. Em 2016, o fundo foi repassado e o Funjus e o Conjus formaram o Instituto Juruti Sustentável (IJUS).

situação

Concluído

Ano início

2017

biomas

Amazônia