Observatório de Sepetiba

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O que é

O Projeto Observatórios socioambiental da Baía de Sepetiba: Metodologias participativas com pescadores e coletores artesanais na investigação, organização de acervo e subsídios para a proteção dos manguezais visa articular uma plataforma, que se constituirá em um acervo digital interativo, estruturando o observatório socioambiental da baía de Sepetiba. Para isso, serão organizadas informações por meio de levantamento de dados primários, através de pesquisa participativa com pescadores e pescadoras e comunidades locais, e de dados secundários produzidos pela academia com os seguintes focos: diagnóstico dos manguezais, caracterização dos territórios, economia, perfil socioeconômico e cultural dos pescadores, identificação dos conflitos urbanos-industriais, áreas de contenção, análise dos estoques e territórios pesqueiros.

O foco central são os manguezais de Sepetiba, que sofrem com a poluição oriunda da falta de tratamento do esgoto, dos poluentes industriais e residenciais e o desmatamento. O Observatório será um suporte qualitativo e quantitativo de dados interativos, constituindo-se em um atlas fruto de mapeamento participativo e ao mesmo tempo um inventário público que dará balizamento à Agenda 2030, fundamentado na participação.

Desse modo, a partir de  acúmulo de pesquisa, de atividades de extensão e de orientação que os grupos: NUTEMC da UERJ e LabESPAÇO da UFRJ e dos outros grupos e pesquisadoras e pesquisadores envolvidos no projeto, poderemos contribuir na formulação de reflexões e de ações efetivas de produção de gestão das ações do Estado  e das lutas dos pescadores por meio de metodologias participativas que garantam o diálogo horizontal e a ecologia de saberes, tão necessária, democrática  e eficaz na solução de problemas que remete à coletividade e ao território.

As Partes interessadas neste projeto são Associação dos Pescadores e Aquicultores da Pedra de Guaratiba – APAPG,  Associação de Pescadores de Itaguaí – APEITA,  Associação de Pescadores, Maricultores e Lazer do Sahy – ASSOPESCA,  Associação dos Moradores e Pescadores da Ilha de Jaguamum -AMPIJ,  Associação de Pescadores e Marisqueiros de Muriqui – APMAM, Associação de Pescadores e Maricultores da Ilha da Marambaia- APMIM, Associação de Pescadores Artesanais da Ilha da Madeira – APESCA,  Associação de Pescadores e Lavradores da Ilha da Madeira – APLIM,  Associação de Maricultores e Pescadores de Mangaratiba – AMAR, Colônia de Pescadores de Itaguaí,  Associação dos Pescadores Artesanais do Rio Guandu, Canal do Trapiche – APARIO,  Colônia Z15 de Santa Cruz, Colônia Z 14 – Pedra de Guaratiba, Associação dos Maricultores, Catadores de Caranguejo e pescadores da Gamboa ), técnicos da FIPERJ e EMBRAPA, gestores da Secretaria municipal de Itaguaí, técnicos da Prefeitura de Mangaratiba, membros do Comitê da Bacia do Rio Guandu, membros do Pan manguezais, professores e estudantes das escolas da região e das universidades envolvidas e interessados no tema, empresários que se interessem no tema da sustentabilidade  socioambiental da Baía de Sepetiba, Marinha do Brasil e Ministério Público Federal no Rio de janeiro e em Angra dos Reis, vereadores e deputados das comissões de meio ambiente e de política urbana.

Situação

Em Andamento

Ano início

2021

Bioma

Marinho Costeiro

mapa de atuação

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