MOSAICO BAIXO RIO NEGRO

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O que é

No Brasil podem ser criados mosaicos de Unidades de Conservação (UCs) quando existir um conjunto de UCs próximas, justapostas ou sobrepostas, segundo o Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC (BRASIL, 2000).  A gestão deverá ser feita de modo integrado, considerando os distintos objetivos de conservação,  a presença da biodiversidade, a valorização da sociodiversidade e o desenvolvimento sustentável.

O Mosaico do Baixo Rio Negro (MBRN) abrange 14 unidades de conservação (UCs), cerca de sete milhões de hectares no Amazonas, uma área quase duas vezes à do estado do Rio de Janeiro. Localizado em uma região com alta diversidade biológica e sociocultural, o mosaico enfrenta desafios de uma gestão compartilhada, como ter o conhecimento dos órgãos gestores ambientais sobre a importância da ação conjunta de áreas protegidas.

O projeto, realizado em parceria com a Fundação Vitória Amazônica (FVA) e o programa Arpa, teve como objetivo propor, em conjunto com os membros do Conselho do Mosaico, um modelo de governança e uma estratégia de sustentabilidade financeira. A proposta foi apoiar as áreas protegidas a partir de novos modelos conceituais e operacionais para a gestão do mosaico.

Realizado em 2016, teve todos os produtos elaborados de modo participativo e validados pelo Conselho. Foram três encontros locais, além da participação em fóruns especializados que pudessem dar suporte à proposta do conselho.

Ao todo foram entregues quatro produtos, nos quais constam  análises sobre o mosaico e que avaliaram a governança, a modelagem de custo e as fontes de financiamento.

situação

Concluído

Ano início

2015

biomas

Amazônia